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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Na reta final de campanha, termômetro eleitoral aponta para a esquerda

 


Candidatos de esquerda crescem em várias cidades do país. Ivoneide Caetano (PT), Guilherme Boulos (PSOL), Manuela d’Ávila (PCdoB) e Zé Neto (PT) (Foto: Montagem | CFF)

Antes, durante e mesmo depois da eleição de Jair Bolsonaro (sem partido) à presidência, em 2018, o país passou por uma onda ideológica pautada no crescimento de ideias neoliberais e de extrema direita. Arrastados por desejos sinceros e notícias falsas, milhões de eleitores foram ás urnas com um grande objetivo: tirar a esquerda dos espaços de poder político.

Foi nesse cenário que a campanha de 2020 começou. Mas, como diz o jargão, eleição é uma caixinha de surpresa e, nessa reta final, candidatos de esquerda crescem em várias cidades do país, com chances reais de vitória no segundo turno. Porto Alegre, Belém, Fortaleza, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro são algumas dessas cidades.

Assunto forte nas redes sociais nos últimos dias, Guilherme Boulos, candidato do PSOL em São Paulo, chamou atenção pelo crescimento acelerado: ele, que figurava entre os menos pontuados nas pesquisas, agora está com um pé no segundo turno.

Edmilson Rodrigues, que disputa a prefeitura de Belém também pelo PSOL é outro exemplo: lidera as pesquisas com folga. Manuela d’Ávila, candidata pelo PCdoB em Porto Alegre, está com a liderança consolidada e já pode vislumbrar uma vitória no segundo turno. Em Fortaleza e em Recife, as candidatas do PT, Luzianne e Marília Arraes, figuram em segundo lugar.

Mais perto de Camaçari, em Feira de Santana, o PT está fazendo história com a candidatura de Zé Neto: pela primeira vez um candidato de esquerda lidera a disputa e tem fortes chances de assumir a prefeitura da Princesinha do Sertão.

Em Camaçari, embora as pesquisas divulgadas pela chapa situacionista apontem suposta liderança do candidato á reeleição, Antônio Elinaldo (DEM), a reação da população à propaganda de "prefeitão" adotada por ele e a presença popular e a reação do público na porta de suas casas, nas carreatas que o prefeito faz frente às de Ivoneide Caetano (PT), a julgar pelo vídeos di9vulgados pelas duas chapas, apontam que alguns dos responsáveis pela contagem nas tais pesquisas devem ter filado não pouca aula de matemática.

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